sexta-feira, 15 de abril de 2011

Pintura na Europa

Entre os artistas que fizeram mudanças na arte no final do século XIX, alguns deles como: Gauguin, Cézanne e Van Gogh, chegaram a se envolver com o impressionismo.

Paul Gauguin (1848-19030), teve o privilégio de participar da 5ª Exposição Impressionista, em 1880. Já em 1884, sua obra superava tendências com o uso de tinta-pura que deixa a área de cor bem definida e a cor dos objetos, que deixa de imitar a realidade. Na bíblia temos a história de Jacó, num certo momento acontece a luta entre o personagem e um estranho, para alguns esse estranho é um anjo e pensamentos opostos é o próprio Deus. Na pintura de ,Gauguin, as cores desse quadro têm áreas determinadas e cores bem definidas, o pintor também evidencia os contornos com uma linha escurecida. Nosso artista também utiliza cores irreais como um cachorro em tom avermelhado.

 "Jacó e o Anjo”

Outro pintor é Paul Cézanne (1839-1906), sua carreira iniciou-se no impressionismo, mas ficou pouco tempo. Ele não teve interesse de registrar as variações causadas pela luz solar, o que ele buscou foi representar o que permanece nos seres, procurou as linhas dos elementos da natureza que podem ser representados. Com o passar do tempo quis converter os elementos naturais em formas geométricas, sua arte amadureceu em 1885 a 1895 longe da agitação de Paris quando pintou alguns retratos do filho e da esposa.

"Hortense Fiquet"

O holandês Vincent Willem Van Gogh (1853-1890), empenhou-se em mostrar a beleza do ser humano e da natureza por meio da cor, elemento fundamental a sua pintura. Foi incentivo de muitos pintores, como Toulouse Lautrec com quem se aproximou. Mas na verdade, foi uma pessoa solitária e com uma trajetória difícil. Seus primeiros quadros foram feitos por volta de 1880 quando conviveu com os Mineiros Belgas, os traços da pintura pode-se perceber que faz parte da tradição holandesa a questão do claro-escuro com interesses em temas sociais. Podem-se notar também as cores sombrias com personagens melancólicos. Em 1886 foi para Paris e conheceu o impressionismo que logo deixou, pois procurava rumos diferentes para sua arte. A partir de 1888, começou a pintar ao ar livre, o sol forte influenciou sua pintura e ele se apaixonou pelas cores intensas. Perto de sua morte (1890) em Três meses pintou oitenta telas com cenas inquietas , nas quais predominam cores fortes e linhas retorcidas.

 "Melancolia"

A arte do século XX é algo rico e diferenciado, fruto do conjunto de revoluções operadas no continente europeu.

A Revolução Industrial, o surgimento da Fotografia, a Revolução Russa, Primeira e Segunda Guerra Mundial, a queda do muro de Berlim, entre outros, foram acontecimentos marcantes que mudaram a forma como alguns pintores pudessem ver, sentir e explorar o mundo. A Fotografia, por exemplo, possibilita um novo  jeito de dar corpo às imagens. A arte ou aquilo que entendemos como arte tem se alterado ao longo dos tempos. Desse modo, os poderes e prioridades tradicionais da arte entraram em colapso. Le Corbusir considerava a era das máquinas como caminho para uma nova arte.

"Futurismo"

Fontes Bibliográficas:
http://pt.scribd.com/doc/31452008/Final-do-seculo-XIX-na-Europa
http://evolucaodasartes.blogspot.com/2010/04/pintura-no-continente-europeu-partir-do.html
http://www.edgarafonsodesign.com/index.php?seccao=research&research=revolucao

Aline Rodrigues da Silva, Nº 01.

A música na África

                      

A África sendo muito podre economicamente, é um continente que é muito rico em sua diversidade cultural, étnica, linguística entre tantos outros. Não sendo comuns as formas de expressões musicais, seria impossível definir a música africana pelo fato das variedaes de expressões musicais. Na associação africana, a música é recurso indispensável no comprimento de certos rituais sociais e religiosos, porém, não se adaptou ao sistema de pautas, sem o auxílio de partituras e não tendo a harmonia complexa. Este estilo musical é conhecida como polirritmia, ou sejam uma mesma composição com vários ritmos.

Sabemos que a música está sempre em multação, e na África não é diferente, houveram transformações culturais que veio de outros continentes. A partir do século VII, se deu a iniciação da cultura árabe. Como também a influência islâmica fez sentir que estva em volta do mundo.

A música africana exerceu uma grande influêcia sobre outra manifestações musicais no mundo. Os escravos que eram trazidos à Ámerica, cantavam músicas espirituais que manifestavam a realidade do dia-a-dia que viviam e era um meio inteligente de ter a certeza da sobrevivência cultural. Seriam afirmações de seus princípios culturais e étnicos para aquelas pesoas que viviam um grande conflito entre a esperança e a falta de fé, entre alegria e a infelicidade. E a base desta ideia dos negros é que a escravidão era contra a vontade de Deus.

Temos os calls e os cries no Sul dos Estados Unidos são herança do povo africano. São canções de contestação social e outras  cansões que passam a vida codidiana deles, em cançõe tristes e alegres. Mas todas elas estão referentes com ritmo do trabalho, que seriam as plantações de algodões e de cana-de-açúcar, nos locais a onde o trabalho era árduo e prolongado que serviam para se comunicar ou para manifestar suas emoções.

Os blues já eram cânticos dos Negros do Norte dos Estados Unidos. Para os brancos, os negros eram seres inferiores aos animais. E nestes cânticos idêntifica com as canções do Sul do país. Os blues, são cânticas melancólicas, que retratavam a dor dos negros. O nome blue vem da expressão to have the blues, que significa “estar dominado pela melancolia”. Eram conhecidos como a música do diabo, porque a música expressava a má sorte e o seu mal-estar,não vemos a atitude de revolta e nem de desafio, pois o autor lamenta-se e procura sofrer menos possível.

Temos também o jazz que é um tipo de música que não é africana, mas é o resultado do encontro com o negro e o branco no Sul dos Estados Unidos. Este estilo musical é a improvisação e ritmo inrregular. É a mistura os espirituais e dos blue. Hoje, o jazz inspira muita música moderna.

Deste modo, a música africana nos remete a ideia da diversidade cultural ou mesmo a sua riquesa que extiste em todo o continte. Mesmo passando por dificuldades pela sua cor, não abandonam as suas raízes.

Fontes Bibliograficas:

Nathália Amanda Mendonça Silvério Costa, Nº 21.